segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Agora sei...



Por Silvia Elena

Há alguns anos, uma pessoa me entregou um presente de agradecimento e um pequeno cartão com a seguinte mensagem:

"A você que sabe como agora sei, que a vida finda nestes casos devagarinho, mas a dignidade não. Muito obrigado."

Muito raramente, mas muito mesmo, nos encontramos ou nos falamos depois desse momento. Mas ele não imagina o quanto ele colaborou para que eu pudesse crescer ainda mais como ser humano. Ele colaborou também para que eu reafirmasse a minha crença na importância do cuidar e nos meus propósitos em fazer a diferença. Ainda através de suas palavras, fez com que eu selasse mais uma vez o compromisso de acreditar em Deus e na fé da “minha missão".

Talvez na hora que recebi o presente, eu não tenha deixado transparecer toda a emoção que senti... Talvez por ter sido surpreendida mais uma vez... Digo surpreendida não pelo fato de não esperar que ele pudesse ter tal atitude, mas pelo fato de sentir que estou no caminho certo.

Todos merecem ser tratados com sentimentos de solidariedade, de hospitalidade, de cuidado e de familiaridade.

Naquele momento, ficou mais claro ainda que todos nós temos uma missão e independente do que aconteça temos que continuar acreditando em nossos propósitos e crenças.

Nem sempre é muito fácil... Em algumas vezes a "emergência" de alguns podem ser mais que a "urgência" de outros.

Mas não importa, para mim o ser humano será sempre infinito... Pois cada um deixa a sua marca, a sua história. Então, deixemos o sentimento do amor transcender.

Como diria Leonardo Boff: "...As diferenças ficam, mas não as distâncias. Somos feitos diferentes para podermos comungar uns com os outros e com o próprio Deus."

domingo, 30 de agosto de 2009

Uma asa mais uma asa...


“O ser humano é semelhante a um anjo que entrou numa grave crise ao cair e perdeu uma asa. Com uma asa só, não consegue mais voar.

O que faz então?

Abraça-se a outro anjo que também caiu e perdeu uma asa. Assim, um completa o outro. Abraçados, têm novamente duas asas. Superam a crise. Erguem voo e conseguem voar para o seu destino.

Se não fossem solidários e se não se abraçassem mutuamente, estariam definitivamente perdidos.

Uma asa mais uma asa não são duas asas, mas um anjo inteiro que recupera sua integridade e sua capacidade de voar - e de voar nas alturas, realizando o chamado de sua natureza.”

(Leonardo Boff *)


*Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff (nascido na cidade de Concórdia - SC, em 14/12/1938), é um teólogo, filósofo, escritor e professor universitário, internacionalmente reconhecido em sua luta pelos excluídos do mundo e pela espiritualização ecológica do planeta. Um dos pais da Teologia da Libertação. Foi membro da Ordem dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos. É autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Ecologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística. A maioria de sua obra está traduzida nos principais idiomas modernos.


Fontes:
- Extraído do Livro: A Força da Ternura - Pensamentos para um mundo igualitário, solidário, pleno e amoroso, Rio de Janeiro, Editora Sextante, 2006.
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_Boff
- http://www.leonardoboff.com/site/lboff.htm

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Recruta Zero...





Recruta Zero (nome original Beetle Bailey) é uma personagem de quadrinhos e desenho animado criado por Mort Walker (Addison Morton Walker, nascido em 03/09/1923, em El Dorado, Kansas, ainda é um dos mais populares cartunistas em atividade).

Zero é um recruta do exército americano, lotado no quartel Camp Swampy. Sempre cultivando sua preguiça e bom-humor, Zero é implacavelmente perseguido pelo adiposo e volátil Sargento Tainha, que não admite nenhuma insubordinação. Ainda assim, Beetle Bailey sempre dá um jeito de escapar da labuta.

Seu lema de vida é: Never let to tomorrow what you can do the day after tomorrow (Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã). Outro de seus famosos aforismos é: It´s funny how time flies when we are goofing off (É engraçado como o tempo voa quando a gente está de folga).

Embora tenha se consagrado como soldado, Recruta Zero nasceu como um estudante universitário (aluno da Universidade Rockview), que já aparecia em seus primórdios com os olhos cobertos por um chapéu; hoje, seus olhos são em geral tapados por um boné ou por um capacete, deixando-o com uma aparência inconfundível. A tira nunca teve sucesso – até que seu criador teve a ideia de alistá-lo no Exército norte-americano, em 1951. Mort Walker queria aproveitar a onda de nacionalismo gerada pela Guerra da Coréia, no que obteve sucesso estrondoso: cerca de 100 jornais americanos compraram os direitos de divulgação do Recruta Zero, muitos deles exibem religiosamente as tiras até hoje.

O Zero é um dos divertimentos favoritos dos militares norte-americanos, por sua irreverência em relação ao sistema militar e por exaltar a esperteza de um soldado raso face a seus superiores. Talvez por isso a tira tenha sofrido alguns maus bocados: durante as guerras da Coréia e do Vietnã, algumas publicações americanas – entre elas a Stars and Stripes, a revista oficial das Forças Armadas norte-americanas – insistiram na proibição da publicação das tiras do Zero, por considerá-lo uma afronta à ordem militar.

De acordo com o próprio autor, episódios como este lhe renderam inúmeras outras piadas, nas quais a burocracia e a estreiteza mental dos homens de quepe são ridicularizadas. De qualquer forma, a fim de eliminar novos contratempos, Walker evita a associação dos quadrinhos com fatos reais, mantendo o desenrolar das histórias restrito ao Quartel Swampy. Desde 2002, seu filho Gregory tem ajudado na confecção de algumas tiras.

No Brasil, a tirinha é editada em vários jornais. Dentre eles: O Estado de S. Paulo (que edita a tirinha desde 1991), O Globo (que edita a tirinha faz muito tempo), Zero Hora, A Tarde, O Estado de Minas, A Gazeta (Vitória - ES), Diário de Pernambuco, Jornal de Brasília e Diário do Nordeste. Também é editada em livros de bolso pela Editora L&PM, de Porto Alegre.

A revista do Recruta Zero foi publicada durante os anos 60, 70 e 80 pela Rio Gráfica Editora, que adquiriu e tomou o nome da Editora Globo. Também foi publicada pela Editora Saber, sob o título "Zé, o Soldado Raso", entre 1970 e 1973.



Na revista houve muitas adaptações para o público brasileiro, feitas por artistas brasileiros, como os jornais "Folha Oficial" e "Jornal do Batalhão", o primeiro, órgão oficial do quartel e o segundo um jornal feito pelos soldados com o slogan "a verdade, doa a quem doer", sempre com muita ironia sobre os acontecimentos do quartel. Foi relançado pela editora Saber, em edições com formato diferente da publicações da Globo e depois pela Opera Gráfica.

O desenho animado de Recruta Zero foi exibido no Brasil inicialmente pela emissora SBT durante os anos 80 e posteriormente pela TV Record e no Boomerang canal fechado em especial no ano de 2004, e no começo de 2007. Zero teve sua voz dublada no Brasil primeiramente por Mário Jorge Andrade (veterano dublador brasileiro).

De alguma forma, todos os eles foram inspirados em experiências pessoais do autor, mas alguns originaram-se de sugestões de leitores. Outros personagens, no entanto, acabaram não emplacando e foram retirados de circulação, como Foguinho, Sebinho e Cantina. Abaixo, seguem os personagens que acompanham Zero desde que este entrou para o Exército norte-americano:

- Zero ("Beetle Bailey"): preguiçoso, indolente, está sempre armando formas de fugir do trabalho. Está sempre com boné ou capacete cobrindo os olhos.
- Sargento Tainha (Sgt. Orville Snorkel): um brutamontes sem jeito com as mulheres, guloso e solitário e que sempre age de forma hostil com seus soldados.
- Oto (Otto): trata-se do cachorro do Sargento Tainha (Sgt. Orville Snorkel). Originalmente, Mort Walker retratou o cãozinho como um cachorro comum, para depois desenhá-lo com o mesmo uniforme de seu dono, além de ter a mesma cara.
- Platão (Plato): é o intelectual da trupe. Sempre fazendo citações de livros e falando como se estivesse apresentando uma tese de doutorado, é um dos amigos do Zero.
- Dentinho (Zero): o oposto do Platão. Dentinho é um personagem, digamos, limitado intelectualmente, e seu nome é uma ironia a dois de seus dentes crescidos.
- Cosme (Cosmo): é o viciado em jogatina. Nunca perdeu uma partida sequer de pôquer para o Zero; Faz um comércio informal em seu "cantinho do Cosme", onde vende de tudo; este personagem foi quase esquecido nos anos 80.
- Roque (Rocky): é o revoltado. Vai contra as instituições, é escritor e administra o jornal clandestino do quartel, se mobiliza por qualquer causa atual.
- Quindim (Killer): faz as vezes de mulherengo e galanteador dentro do quartel Swampy. Nem sempre tem sucesso (em geral, uma em cada cinquenta de suas cantadas dá certo), é o principal amigo de Zero.
- Cuca (Cookie): é o cozinheiro do quartel Swampy, reputado por sua incrível capacidade de tirar o apetite de todos com suas "iguarias". Inicialmente retratado com um quepe de caserna, ganhou um chapéu de mestre cuca, para facilitar a identificação. Sempre trabalha fumando (em 1989, o personagem aboliu de vez o hábito de fumar).
- Tenente Escovinha (Lieutenant Fuzz): trata-se de um oficial caprichoso e imaturo, sempre reclamando que nunca é promovido. Eterno bajulador do General Dureza, constantemente tem chiliques infantis e vive implicando com o jeito grosseirão do Sgto. Tainha.
- Tenente Mironga (Lieutenant Flap): embora não apareça com frequência nas tiras, leva a honra de ser o primeiro personagem negro a ser retratado em quadrinhos norte-americanos, em 1970, sua marca registrada é o eterno cabelo "black power".
- Capitão Durindana (Captain Scabbard): é um sujeito tímido e de raros melindres, sempre disposto a ouvir as reclamações dos subordinados, em especial do Zero e de outros soldados rasos.
- General Dureza (General Amos Halftrack): é a inépcia em pessoa. Pensa mais no golfe que na administração do quartel. Como se não bastasse, tem problemas de alcoolismo (toma muitos Martinis) e obedece cegamente à mulher, Martha. Vive com esperenças de receber uma carta do Pentágono, que sequer lembra-se da existência deste quartel.
- Martha (Martha Halftrack): esposa megera do General Dureza.
- Major Batalha ou Peroba (Major Greenbrass): companheiro inseparável do General Dureza no golfe e no Clube dos Oficiais, onde ambos batem ponto após o expediente para beber.
- Srta. (ou Dona) Tetê (Miss Buxley): é a sugestiva secretária do General Dureza, sempre representada com um vestido preto. É o objeto de desejo de soldados e oficiais dentro do quartel, mas também é a típica "loura burra", bem menos competente que sua colega Blips.
- Soldado Blips (Miss Blips): é a competente secretária militar do General Dureza, sempre desprezada por não ter os atributos físicos de Srta. Tetê.
- Júlio (Julius): chofer gordinho do General Dureza, conhecido como o "queridinho da mamãe".
- Capelão (Chaplain Staneglass): sempre com um bom conselho aos militares.
- Cabo Ky (Corporal Yo): introduzido em 1990, é o primeiro oriental desta tirinha.
- Dr. Esculápio: médico do quartel, meio amalucado.
- Dr. Bonkus: o psicólogo do quartel.
- Sargento Louise Lorota (Sgt. Louise Lugg): introduzida na tirinha em 1986, ela quer ser a namorada do Sargento Tainha.
- Bella: a gata angorá de estimação da Louise.
- Bunny: a namorada do Zero, raramente vista na tirinha.
- O especialista em informática Chip Gizmo, que foi introduzido na tirinha em 2002, através de um concurso veiculado na mídia impressa norte-americana, que foi patrocinado pela Dell Computer Corp.
- Sr. e Sra. Bailey (Mr. and Mrs. Bailey): os pais do Zero.
- Chiquinho (Chigger): o irmão caçula do Zero.

Curiosidade:

Nos anos 70, havia uma revista concorrente, chamada "Recruta Biruta" (Sad Sack), publicada então pela Editora Abril.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mort_Walker
http://pt.wikipedia.org/wiki/Recruta_Zero
http://www.criticaliteraria.com/8525415448

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sentimento do dia de "hoje"...


"...Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém..."

(Quase Sem Querer - Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Renato Rocha)


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Uma lenda chamada Mustang...


Por Marcos Garcia - Redação ONNE

Em 45 anos de história, Mustang conquistou fãs pelo mundo.

A Ford lançou este ano uma versão em comemoração aos 45 anos de uma das marcas mais clássicas da história, o Mustang 2010. O modelo continua com as características que levaram a marca a virar um grande sucesso, com o desenho agressivo e super esportivo, além de um motor com muita potência.

O famoso veículo recebeu uma revitalização que o deixou mais econômico, veloz e com um toque das versões passadas. A dianteira está mais aerodinâmica que a anterior, com um capô elevado para facilitar a entrada de ar no motor, que tem a função de reduzir o arrasto e melhorar o consumo de combustível.

A parte de trás continua robusta como característica do Mustang, com ângulos retos, e o porta-malas avantajado que quebra o ângulo de descida do vidro traseiro.

Já o que chama realmente atenção do novo Mustang é o que está debaixo do capô. O propulsor do Mustang 2010 é um V8 que atinge 325 cavalos de potência e 44,86 kgfm de torque.



Um pouco da história de sucesso do Mustang:

Não é uma Ferrari, mas seu escudo também é representado por um cavalo. O Ford Mustang, um clássico do setor automotivo, projetado e criado por Lee Laccoca, foi apresentado ao público em 17 de abril de 1964 durante o Salão de Nova York.



Como prova de sucesso, logo no lançamento, o Mustang vendeu 22 mil exemplares. No primeiro ano, 418 mil unidades já foram vendidas e em 1966, apenas dois anos depois da entrada no mercado, o Mustang atingiu a incrível marca de 1 milhão de veículos vendidos.

Os primeiros modelos fabricados foram os 1964 1/2, que possuíam três tipos de motorização: o V6 170 com 101 cavalos de potência, o V8 260 com 164 cavalos; e o V8 289 com 210 cavalos.

Em pouco mais de 45 anos, o Mustang sofreu diversas alterações, com a criação de mais versões limitadas do que de produção em série. Com tanta qualidade, eficiência e potência, a história de sucesso do Mustang não poderia ser diferente. Dos Estados Unidos para o mundo, o carro ganhou cada vez mais adeptos e admiradores.




Curiosidade:

O novo site do Mustang possui uma ferramenta que fará com que os apaixonados pelo carro percam horas e horas na frente do computador. Um aplicativo proporciona fazer a customização do modelo 2010, com escolhas de cores, acessórios e tipos de capotas. O site permite apenas dois ângulos do carro e a montagem do veículo é bem simples. Um ótimo aplicativo para colocar em prática os dons artísticos e montar o Mustang perfeito.


Fontes:
Reportagem completa: http://msn.onne.com.br/autos/materia/10168/uma-lenda-chamada-mustang
Novo site do Mustang: http://www.fordvehicles.com/cars/mustang/
http://www.clubedomustang.com.br/

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Rei Pescador...


Conhece a história do rei pescador?

Começa com ele menino, tendo que passar a noite na floresta para provar sua coragem e ser rei. Enquanto está só, ele tem uma visão sagrada.

Através do fogo, surge o Santo Graal, símbolo da graça divina. Uma voz lhe diz que guarde o Graal a fim de curar o coração do homem.

Porém, o menino só pensava numa vida cheia de poder, glória e beleza. E, em estado de surpresa total, sentiu-se, não como menino mas invencível, como Deus.

Aproximou-se do fogo para pegar o Graal e o cálice sumiu. Ele ficou com as mãos no fogo, queimando-se gravemente. Enquanto ele crescia a ferida se aprofundava. Até que, um dia, a vida perdeu o sentido para ele. Não tinha fé em ninguém, nem em si mesmo. Não podia amar e nem se sentir amado. Ficou transtornado com a experiência. Então, começou a morrer.

Um dia, um tolo entrou no castelo e viu o rei sozinho. Sendo tolo, era ingênuo, e não viu um rei. Viu apenas um homem solitário, sofrendo.

Perguntou-lhe por que sofria. E o rei respondeu:
“Tenho sede, preciso de água para molhar a garganta”.

Então o tolo pegou um copo ao lado da cama, encheu-o de água e deu ao rei.

Ao beber, o rei percebeu que sua ferida havia sarado. Olhou para as mãos e viu o Graal que tanto buscara. Virou-se para o tolo e perguntou:
“Como achou algo que meus homens não conseguiram?”

O tolo respondeu:
“Não sei. Só sabia que você tinha sede”.

(Parry, personagem de Robin Williams em uma das cenas de O Pescador de Ilusões) - The Fisher King é um filme estadunidense de 1991, do gênero comédia dramática.


Curiosidade:
O nome Parry é a abreviação de Parsifal (Percival), o lendário cavaleiro do Santo Graal.


Fontes:
http://www.portaldecinema.com.br/Atores/robin_williams.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Fisher_King
http://www.robinwilliams.com/

sábado, 22 de agosto de 2009

Esperança...


A esperança é um alimento da nossa alma,
ao qual se mistura sempre o veneno do medo.

(Voltaire)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Todos os homens...


"Todos os homens, de todos os tempos,
e ainda os de hoje, dividem-se entre os escravos e livres,
porque quem não dispõe de dois terços do próprio dia
é um escravo, não importa o que seja de resto:
homem de Estado, comerciante, funcionário público ou estudioso."

(Friedrich Nietzche )

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Bons tempos...


A indústria moderna do lazer
é fantástica (Internet, Filmes, TV, Blogs, etc.).
Mas, não supera em qualidade a antiga
e boa conversa ao redor de uma mesa
com familiares e amigos.

(Texto: desconheço o autor)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Sorria sempre...


Hoje vou postar algo bem simples...
Sorria sempre que puder ou quiser.
Ou melhor, sorria sempre!!!

Lembrem-se:
Acionamos 72 músculos para franzir a testa
e somente 14 para sorrir.