domingo, 28 de outubro de 2012

O doce sentido de quem ama...




[...] Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama,
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...

Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...

(Alberto Caeiro in o Guardador de Rebanhos)



Alberto Caeiro da Silva (Lisboa, 16/04/1889 – Junho/1915) foi um personagem ficcional (heterônimo) criado por Fernando Pessoa. Considerado o Mestre Ingênuo dos restantes heterônimos (Álvaro de Campos e Ricardo Reis) e do seu próprio autor, apesar de apenas ter feito a instrução primária.

Foi um poeta ligado à natureza, que despreza e repreende qualquer tipo de pensamento filosófico, afirmando que pensar obstrui a visão ("pensar é estar doente dos olhos").

Proclama-se assim um antimetafísico. Afirma que, ao pensar, entramos num mundo complexo e problemático onde tudo é incerto e obscuro. À superfície é fácil reconhecê-lo pela sua objetividade visual, que faz lembrar Cesário Verde, citado muitas vezes nos poemas de Caeiro por seu interesse pela natureza, pelo verso livre e pela linguagem simples e familiar. 

Apresenta-se como um simples "guardador de rebanhos" que só se importa em ver de forma objetiva e natural da realidade. É um poeta de completa simplicidade, e considera que a sensação é a única realidade.

Fontes:

O Guardador de Rebanhos  - http://www.insite.com.br/art/pessoa/ficcoes/acaeiro/207.php,  escrito em 08/03/1914.
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=79123
http://www.pessoa.art.br/?p=16
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Caeiro
http://www.cfh.ufsc.br/~magno/caeiro.htm
http://portodeabrigo.do.sapo.pt/caeiro1.html

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

É preciso ter cuidado...



Nunca fale dos outros de uma maneira má.
É preciso saber o que há nas entrelinhas... 
A energia negativa que você propagar 
voltará até você multiplicada. 
É preciso ter cuidado, pra mais tarde não sofrer...

Namastê!

Silvia Elena

domingo, 21 de outubro de 2012

O que somos...



"Somos o que somos e estamos onde estamos 
por causa de nossos hábitos, 
eles são o único meio de crescimento e evolução de acordo 
com a nossa posição na ordem geral do Universo".

(Desconheço o autor)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O reflexo do poder do "amor" em nossas vidas...



Que o poder do sono possa repor as energias necessárias para o nosso enfrentamento de amanhã. Que o amor que resume todas as regras possa ser o nosso guia. Que esse mesmo amor possa guiar os nossos pensamentos e ações para que possamos cumprir a Lei da vida...

E assim sendo, estaremos cada vez mais próximos do nosso Pai maior a fim de que possamos obter a tão desejada paz que é o maior reflexo do amor em nossas vidas.

Que assim seja!

Abraços!

Silvia Elena

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Da singularidade de cada ser...



"A essência de toda a vida espiritual
é a emoção que existe dentro de você,
é a sua atitude para com os outros.
Se a sua motivação é pura e sincera,
todo o resto vem por si.

Você pode desenvolver essa atitude correta
para com seus semelhantes baseando-se 
na bondade, no amor, no respeito
e sobretudo na clara singularidade 
de cada ser humano."

(Dalai Lama)



Tenzin Gyatso, Sua Santidade o 14º Dalai Lama nasceu em 6 de julho de 1935, numa família de camponeses da pequena vila de Taktser, na provincia de Amdo, situada no nordeste do Tibet. Seu nome era Lhamo Dhondup até o momento em que, com dois anos de idade, Sua Santidade foi reconhecido como sendo a reencarnação de seu predecessor, o 13º Dalai Lama, Thubten Gyatso. Os Dalai Lamas são tidos como manifestações de Avalokiteshvara ou Chenrezig, o Bodhisattva da Compaixão e patrono do Tibet. Um Bodhisattva é um ser iluminado que adiou sua entrada no nirvana e escolheu renascer para servir à humanidade. 

Fonte: 


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Enquanto...




Enquanto existir alguém fazendo aquilo que ama. Enquanto alguém estiver fazendo coisas maravilhosas para si e para os outros.

Enquanto alguém amar a si mesmo e a todos que estão ao seu redor. Enquanto num cantinho do Universo estiver alguém rezando. Enquanto almas poéticas compuserem uma canção. Enquanto, num tom suave, alguém cantar. 

Enquanto existir alguém desejando o bem. Enquanto existirem pessoas lutando por algo em que acreditam. Enquanto alguém acreditar na força maior do amor. Enquanto pessoas lutarem por justiça. 

Enquanto pessoas existirem, dando-se as mãos... Nem tudo estará perdido enquanto existir alguém capaz de confessar que sabe realmente amar.

(Desconheço o autor)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Assim caminha a humanidade...




Tenho certo receio do progresso. O progresso nos distancia, espreme e contribui cada vez mais para que a nossa "individualidade" enquanto "ser humano" desapareça. 

Acredito também que ele nos desconecta de tudo aquilo que realmente importa, como por exemplo, amar e compreender a vida com um toque amoroso de simplicidade.

Silvia Elena

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sobre o nosso destino...



Uma hora ou outra o destino se ajeita, as coisas se acertam, o passado é esquecido, as dores cicatrizam. Quem tem que ficar fica, o que é verdadeiro permanece, e o que não é some. 

Não tenha pressa, não guarde mágoas, não queira pouco... sempre queira o melhor. Espere, na sua. 

Aprenda a ser paciente. Aprenda a ouvir uma boa música quando a tristeza bater. Aprenda a ignorar o que te faz mal. Aprenda, sobretudo, a ter fé. Fé de que, por mais difícil que seja, o universo sempre irá conspirar ao seu favor.

(Luiz Moreno*)



* Nenhuma nota sobre o autor.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Do sentido da vida...



Não sei se a vida é curta ou longa para nós, 
mas sei que nada do que vivemos tem sentido, 
se não tocarmos o coração das pessoas

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, 
braço que envolve, palavra que conforta, 
silêncio que respeita, alegria que contagia, 
lágrima que corre, olhar que acaricia, 
desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, 
é o que dá sentido à vida. 
É o que faz com que ela não seja nem curta,
nem longa demais, mas que seja intensa, 
verdadeira, pura enquanto durar. 
Feliz aquele que transfere o que 
sabe e aprende o que ensina.

(Cora Coralina)



Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira.

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.

Fonte: 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Da surdez...



"É triste pensar que a natureza fala 
e que o gênero humano não a ouve."

(Victor Hugo)



Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 /02/1802 — Paris, 22/05/1885), foi um escritor e poeta francês. Escreveu 'Notre Dame de Paris' e 'Les Misérables', entre outras obras. Victor Hugo, também teve grande participação política em seu país.


Fonte: